Sigma 21

A verdade esta lá fora!

Tempestade geomagnética lançada pelo Sol atingirá a Terra — 24.01.2012

Tempestade geomagnética lançada pelo Sol atingirá a Terra

A tempestade geomagnética mais forte em mais de seis anos deve atingir a Terra. O fenômeno poderá afetar as rotas aéreas, redes de energia e satélites. As informações foram divulgadas pelo Centro de Previsão Meteorológica Espacial dos Estados Unidos.

A massa coronal (uma grande parte da atmosfera do Sol), foi ejetada e lançada em direção à Terra no domingo, conduzindo partículas solares energizadas a cerca de 2.000Km/segundo, cerca de cinco vezes mais rápido do que costumam viajar as partículas solares.

“Quando nos atingir será como um grande aríete que empurra o campo magnético da Terra. Essa energia faz com que o campo magnético da Terra flutue”, disse Onsager, de Boulder, no Colorado.

A energia pode interferir também em comunicações de alta frequência de rádio, usadas pelas empresas aéreas para navegar próximo ao Polo Norte em voos entre a América do Norte, Europa e Ásia, portanto algumas rotas podem ser alteradas.

Essa tempestade também pode afetar redes de energia e operações por satélite. Astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional podem ser aconselhados a buscar abrigo em partes específicas da aeronave para evitar uma dose solar reforçada de radiação.

O Centro de Meteorologia Espacial disse que a intensidade da tempestade geomagnética seria provavelmente moderada ou forte, nos níveis dois e três de uma escala de cinco níveis, sendo o cinco o mais extremo.

NASA anunciou o fim das geleiras no Pólo Norte — 30.06.2009

NASA anunciou o fim das geleiras no Pólo Norte

A Agência Espacial Americana (Nasa) anunciou, nesta quarta-feira, que as geleiras do Pólo Norte vão durar menos do que se esperava. A imensidão de neve no Pólo Ártico parece inesgotável. Mas basta mudar o ângulo para notar a ameaça no ponto extremo do planeta. Cientistas da Nasa reexaminaram fotos de satélite e dados e concluíram que o gelo da calota polar pode derreter totalmente no verão de 2012.

A última previsão era de que o degelo total da calota polar aconteceria entre os anos de 2040 e 2100. Segundo os cientistas da Nasa, a nova previsão já é resultado do aquecimento global, que provoca reações muito mais rápidas do que se esperava. Uma animação da Nasa mostra a velocidade com que o gelo derreteu em 2007, em um recorde de área derretida. A calota diminuiu 22% em relação ao recorde anterior, de 2005.

O degelo abriu um canal que liga o Oceano Pacífico ao Oceano Atlântico, possibilitando até a passagem de navios. Uma outra animação dá a dimensão do problema. Um mapa mostra a variação do degelo nos meses mais quentes, entre 1979 e 2006. Muito menor, se comparada ao verão de 2007.