Sigma 21

A verdade esta lá fora!

Anjos, Deuses e equívocos — 15.09.2008

Anjos, Deuses e equívocos

Trecho retirado do livro: “Luz e Treva: Compreendendo a Dualidade”, da autora Wyliah

Outro tema que valia a pena ser melhor analisado se referia à Hierarquia Angélica, uma vez que inúmeros seres das Trevas utilizam-se destas imagens “míticas” para manipular e iludir pessoas ingênuas ou incautas, dificultando o verdadeiro “re-ligare”. E, também: obstruindo o livre fluir das energias das pessoas, o que dificulta a clareza interna para que seja possível a separação interior “trigo-luz/trigo-treva”, para que seja possível a Transição Planetária das duas Terras.

No primeiro capítulo do livro O mundo dos Anjos e os Devas (Michel Coquet) existe um resumo das definições existentes de diversos povos sobre esta Hierarquia. Todos os credos religiosos citados colocam os seres angélicos como “Agentes do Divino”, porque são mensageiros e intermediários da Vontade da Grande Mente Cósmica para a manifestação do Grande Mistério. Assim, segundo o que posso compreender, eles são protetores, transmutadores, ou criadores de tudo o que existe e, sem dúvida, exercendo diversas funções nos vários níveis de atuação no Universo Manifestado. São chamados de “Anjos” no Ocidente e de “Devas” no Oriente. Continuar lendo

Eram Deuses os Pais da Globalização? —

Eram Deuses os Pais da Globalização?

“O mundo é governado por personagens muito diferentes daquelas imaginadas pelas pessoas que não contemplam os bastidores”, dizia o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, Benjamin Disraeli, sob a Rainha Vitória.

Sim, o poder tem síndicos ocultos. Existem sólidas evidências de que sempre foi assim: manipuladores e marionetes. Mas, quem está, invisível, no comando dos títeres? Por trás das cortinas desse processo tido como irreversível, a globalização, quem são os diretores de cena? E se detém o controle dos nossos cordéis, como manipulam os mercados a partir de símbolos, tecem a teia das religiões e se encobrem em sociedades secretas?

Não, esse ensaio não é uma peça de ficção. É preciso recuar muito, muitíssimo, no tempo, na História e em certos conceitos para encontrarmos o fio da meada da nossa tese. O maior truque das fraternidades que ditam a evolução ou involução dos movimentos e modelos globais é convencer a todos de que não existem.

Com o amplo apoio de historiadores, antropólogos, etnólogos e geneticistas, podemos, de modo geral, aceitar que o núcleo primário da chamada raça branca seja originário das montanhas do Cáucaso, do Irã e do Curdistão. Tal princípio já estaria tão consagrado que os homens e mulheres de pele branca são, aberta e oficialmente, reconhecidos e identificados, em documentos de países do Hemisfério Norte (em especial pelos formulários do Departamento de Imigração dos Estados Unidos…), como caucasianos. Continuar lendo