Sigma 21

A verdade esta lá fora!

Planeta errante é detectado! — 14.11.2012

Planeta errante é detectado!


Esta bola azul brilhante é o CFBDSIR2149. Localizado a apenas 100 anos-luz da Terra, esta joia solitária pode ser o primeiro planeta a vagar pelo espaço, independente de um sistema solar, detectado e confirmado por nós. Aparentemente ele é bem bonito, com uma visual similar ao de Netuno* embora entre quatro e sete vezes maior que Júpiter.

O CFBDSIR2149 não é o primeiro candidato a planeta errante. Mas de acordo com o Observatório Europeu do Sul, é o primeiro que astrônomos têm grande convicção de se tratar de um planeta realmente expelido de um sistema solar parecido como o nosso.

Cientistas detectam pequenos corpos celestes isolados desde a década de 1990, mas eles não conseguiam dizer se eram planetas de verdade ou uma estrela que nunca se acendeu — essa última é conhecida como anã marrom. Eles não conseguiam estudar as idades ou atmosferas porque elas ficavam muito próximas de estrelas brilhantes. Diferente dessas, o novo planeta representa a primeira oportunidade que os astrônomos têm de estudar um corpo errante detalhadamente. E suas conclusões são bem claras:

“A análise estatística da movimentação própria (sua alteração angular de posição no céu a cada ano) mostra 87% de probabilidade de que o objeto esteja associado com o grupo AB Doradus e mais de 95% de possibilidade de que ele é jovem o bastante para ter uma massa planetária, o que o torna muito mais parecido com o um planeta errante do que uma pequena estrela ‘falha’. Candidatos a planetas que vagam por aí mais distantes foram descobertos no passado em grupos de jovens estrelas, mas eles não podiam ser estudados em detalhes.”

A equipe, liderada por Philippe Delorme, estava atrás de anãs marrons quando conseguiu detectar esse objeto usando o Grande Telescópio da ESO e o Telescópio Canadá-França-Havaí.
Diferentemente de anãs marrons, esse objeto é muito provavelmente um planeta que foi ejetado de um sistema solar como o nosso graças à atuação de forças gravitacionais, como se alguém dissesse um sonoro “cai fora!” para Júpiter. De acordo com Delorme:

“Esses objetos são importantes, tanto para nos ajudar a entender melhor como planetas podem ser ejetados de sistemas planetários, quanto para compreender como objetos com muita luz surgem do processo de formação de estrelas. Se esse pequeno objeto for um planeta que foi ejetado do seu sistema nativo, ele consolida a chocante imagem de mundos isolados, que vagam no vazio do espaço.”

O planeta parece estar associado ao AB Doradus, um grupo de cerca de 30 estrelas que se movem na mesma velocidade e têm a mesma idade e composição. Os astrônomos acreditam que este planeta talvez tenha sido ejetado de um dos sistemas solares do grupo. [European Southern Observatory]
* O planeta é azul por causa da sua composição atmosférica. A arte que abre o texto mostra como ele seria se fosse iluminado por uma estrela, como qualquer outro planeta do nosso sistema solar. O que os cientistas viram na prática, porém, foi isso:

 

fonte: http://www.gizmodo.com.br/primeiro-planeta-sem-estrela/

Philippe Delorme

Feliz Natal — 25.12.2011
Planeta feito de Diamante — 26.08.2011

Planeta feito de Diamante

Um planeta possivelmente feito de diamante foi descoberto por uma equipe internacional de astrônomos, segundo mostra um estudo publicado na edição desta semana da revista “Science”. O planeta está próximo a um pulsar, uma estrela com muita massa e com apenas 20 quilômetros de diâmetro – valor comparável ao tamanho de uma cidade.

A descoberta foi feita por um grupo de cientistas liderados por Matthew Bailes, da Universidade Swinburne de Tecnologia, localizada em Melbourne, na Austrália.
O pulsar – que se chama PSR J1719-1438 – consegue girar 10 mil vezes em torno do seu eixo por minuto e possui 1,4 vez a massa do Sol. A chance de “piões de luz própria” como esse terem uma companheira é de 70%.

Conforme o pulsar gira, ele emite um feixe de ondas de rádio que podem ser detectadas por radiotelescópios. Ao analisar o padrão das ondas de rádio vindas de PSR J1719-1438, os cientistas suspeitaram da presença de um planeta no local.
As mudanças provocadas nos pulsos de rádio pela presença do planeta também informaram ao astrônomos sobre a composição do astro. Eles sabem, por exemplo, que a companheira do pulsar não pode ser feita de hidrogênio ou hélio.
Por outro lado, o planeta pode ser composto por carbono e oxigênio. A equipe tem confiança de que a densidade do astro indica que o planeta seria formado por um material em forma de cristais, assim como um diamante.

No centro, em azul, está o pulsar; o ponto amarelo à direita, dentro da órbita, é o planeta que os cientistas acreditam ser feito de diamante. (Crédito: Science)

Os astrônomos acreditam que o planeta de diamante seja, na verdade, o que restou de uma estrela com muita massa no passado, que teve boa parte de sua matéria “sugada” pelo pulsar.
Segundo o grupo, o astro de diamante deve ter menos de 60 mil quilômetros de diâmetro – valor 5 vezes maior que o da Terra. Mas a sua massa é maior que a Júpiter.
Ele completa uma volta ao redor do pulsar em apenas 2 horas e 10 minutos. A distância entre a estrela e o planeta também é pequena: 600 mil quilômetros, valor menor que o raio do Sol. A dupla pertence à Via Láctea e se encontra na direção da constelação da Serpente, distante 4 mil anos-luz da Terra.

fonte: G1

Fósseis de seres vivos em Marte — 03.08.2010

Fósseis de seres vivos em Marte

Você já imaginou que há/houve vida em marte? Há também aqueles que acreditam que Marte é o “futuro da Terra” (o que já acho meio viajado). Foi encontrado em Marte fósseis de seres vivos com idade aproximada de 4 mil milhões de anos!

Fóssil em marte!

A curiosidade dos cientistas foi provocada pela descoberta, em 2008, de carbonatos em rochas de Marte. Este mineral é produzido pelos restos fossilizados de seres vivos. O que na Terra surge associado a restos de ossos ou de conchas.

Nesta investigação, os cientistas usaram um dos instrumentos a bordo da sonda orbital da NASA Mars Reconnaissance Orbiter para estudar rochas da zona conhecida por Nili Fossae onde se sabia existir estes carbonatos. A técnica era usar luz infravermelha.

Nili Fossae é agora um dos alvos primordiais para futuras explorações de Marte, estando a ser avaliado como potencial lugar de aterragem da próxima sonda da NASA, Mars Science Laboratory, cuja partida está prevista para 2011.

Texto retirado do blog Questão de Raciocinio
Fonte: Ciencia DN

UFO na China — 16.07.2010

UFO na China

Um objeto luminoso no céu de Hangzhou, na China, chamou a atenção de moradores e fez com que o aeroporto de Xiaoshan quase fosse fechado no dia 7 de julho. Segundo o noticiário do canal ABC News, 18 voos foram atrasados na ocasião.

Testemunhas fotografaram o objeto, parecido com um disco luminoso, e contaram ao jornal “China Daily” que este se tratava de um objeto voador não-identificado. As investigações sobre o caso estão em andamento.


Foto: Reprodução/ABC News
Fonte: Globo.com

Criatura estranha e bizarra é contrada na Rússia — 05.07.2010
Meteoro — 15.04.2010

Meteoro


Um meteorito que caiu na terra deixou um rastro de luz e se desintegrou em um grande clarão no meio-oeste americano. Uma webcam instalada no telhado de uma universidade na cidade de Madison, no estado de Wisconsin, registrou o momento. A luz chegou a ser vista também nos estados de Missouri, Illinois e Iowa. Aparentemente, o corpo celeste não causou estragos. (Foto: AP)

Cosmologia e Física Quântica no LHC —

Cosmologia e Física Quântica no LHC

Quando o acelerador gigante de partículas LHC, na Europa, começou a colidir os primeiros prótons uns contra os outros, muita gente disse que o homem “brincava de Deus” ao construir a maior máquina do mundo – um túnel subterrâneo de 27 quilômetros – para reproduzir condições semelhantes às do surgimento do Universo.

Mas, afinal de contas, o que os prótons – partículas muito pequenas que ficam no núcleo dos átomos – têm a ver com a teoria do Big Bang, segundo a qual o Universo surgiu de uma espécie de explosão há cerca de 14 bilhões de anos?

Essa união inusitada só é possível porque, em determinado ponto da evolução do universo, menos de uma pequeníssima fração de segundo após o Big Bang, acredita-se que houve uma grande “sopa” de partículas. Essa mistura esfriou, se expandiu e deu origem a tudo o que conhecemos hoje.

O problema é que a única forma de entender como funcionava essa grande “sopa” é quebrar os objetos em pedaços cada vez menores: moléculas, átomos, prótons e finalmente quarks, léptons e bósons. Para chegar nesses últimos, é necessária tanta energia que só mesmo uma espécie de “pista de corrida” de 27 quilômetros consegue resolver.
Colisão de prótons no LHC
Colisão de prótons dentro do LHC gera informações para o estudo de partículas muito menores do que um átomo. A partir de imagens como essa, gerada dentro de um dos sensores da máquina, cientistas conseguem confirmar as leis mais avançadas da física. (Foto: Divulgação)

Quando os prótons se chocam dentro do LHC, sensores de última geração analisam seus estilhaços, formados por essas minúsculas partículas. Por meio de “fotos” da colisão é possível entender o comportamento delas, e analisar como se comportariam dentro da “sopa primordial” que deu origem às estrelas e planetas.

Multiuso

Mas não é somente essa a função do LHC. A máquina gigante é, antes de tudo, uma forma de alargar as fronteiras da ciência, ou seja, entender como funcionam as menores partículas que conhecemos e, quem sabe, até descobrir algumas novas.

“O LHC é extremamente importante porque está abrindo a física para um mundo que a gente ainda não viu. É como se você passasse anos dentro de uma casa fechada, não tivesse a menor noção de como é o mundo lá fora, e de repente você abre uma janela e vê esse novo mundo, e fala ‘Olha só quanta coisa nova que eu não sabia que existia!'”, explicou o físico brasileiro Marcelo Gleiser em entrevista ao G1.

Uma das novas partículas mais buscada – mas nunca vista – é um tal “bóson de Higgs”. Dentro da grande “sopa”, foi ele que supostamente deu massa à matéria na hora em que as partículas se transformaram nos primeiros átomos. Se a história é verdadeira, só se vai saber caso esse bóson apareça nas colisões entre os prótons.

Corrida tecnológica

Cientistas também defendem que um grande benefício do LHC é um “efeito colateral” da sua construção. Para fazer um túnel subterrâneo de 27 km, mantê-lo a uma temperatura a mais de 200 graus Celsius abaixo de zero, no vácuo, e acelerar partículas à velocidade da luz foi necessário desenvolver novas tecnologias.

Cientistas da Unesp observam LHC
Pesquisadores Franciole Marinho e Sérgio
Novaes, da Unesp, observem em São Paulo as primeiras colisões de partículas do LHC.

(Foto: Iberê Thenório/G1)

“É muito mais interessante termos uma corrida tecnológica por causa de estudos científicos, como o LHC, do que desenvolvermos tecnologia por causa de brigas entre países, como aconteceu nas grandes guerras mundiais”, defende o físico Franciole Marinho, Universidade Estadual Paulista (Unesp), que trabalha em um dos grupos brasileiros responsáveis pro processar os dados lidos pelo LHC.

Marinho acrescenta que, no passado, pesquisas realizadas no Conselho Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern), responsável pelo LHC, permitiram o desenvolvimento de tecnologias sem as quais o mundo seria completamente diferente.

“A contribuição mais famosa foi a criação do ‘www’ que utilizamos para navegar na internet. Outro exemplo foi o desenvolvimento de métodos que hoje são utilizados para diagnósticos médicos, como o PET e o CT scan”, avalia.

Saiba mais sobre partículas elementares

Fonte G1

Santo Sudário — 10.04.2010

Santo Sudário

O Santo Sudário de Turim, a mortalha que teria coberto o corpo de Jesus Cristo no sepulcro, está sendo exibido ao público, pela primeira vez em dez anos, a partir deste sábado (10) na catedral da cidade, no norte da Itália.

Até 23 de maio está prevista a visitação de mais de dois milhões de pessoas à capela real da catedral de São João Batista de Turim, onde acontece a exposição.

O cardeal arcebispo de Turim, Severino Poletto, observa o Santo Sudário, na catedral da cidade, neste sábado (10). (Foto: AP)
O cardeal arcebispo de Turim, Severino Poletto, observa o Santo Sudário, na catedral da cidade, neste sábado (10). (Foto: AP)

O Santo Sudário, uma peça de linho de 4,36 m de comprimento por 1,10 m de largura na qual, segundo a tradição, ficou gravada a imagem do corpo de Cristo crucificado, foi encontrado em meados do séculos XIV perto de Troyes, na França.

Desde então seguiu-se uma batalha entre cientistas céticos e os que acreditam em sua autenticidade.

Historiadores com base na datação pelo método do carbono 14, realizada em 1988, asseguram que o lençol foi fabricado na Idade Média, entre 1260 e 1390. Mas esta evidência não foi confirmada.

Apesar da polêmica, a relíquia desperta grande fascinação nos fiéis. O presidente da comissão arcebispal de Turim para o Santo Sudário, Giuseppe Ghiberti, não duvidou em qualificá-lo de “instrumento de evangelização”.

O Vaticano nunca se pronunciou sobre sua autenticidade. O papa Bento XVI deve visitar a exposição em 2 de maio.

Ante o afluxo de visitantes, as autoridades instalaram barreiras numa extensa área em torno da catedral, mobilizando numerosos voluntários e equipes médicas.

Os peregrinos têm, cada um, entre três e cinco minutos, para admirar uma das maiores relíquias da Cristandade.

A última exposição do tecido ocorreu em 2000.

Marcas no Santo Sudário mostram o que seria o contorno do rosto de Jesus Cristo. (Foto: AP)
Marcas no Santo Sudário mostram o que seria o contorno do rosto de Jesus Cristo. (Foto: AP)

Avalanches em Marte — 15.03.2010

Avalanches em Marte


Créditos: NASA/JPL/University of Arizona

A imagem mostra o contexto que ocorreram avalanches, com caixas brancas indicando a localização das porções da imagem mais detalhada mostrado à direita (todas as imagens são de cor falsa). Material, provavelmente incluindo finos grãos de gelo e poeira e, possivelmente, incluindo grandes blocos, foi destacada de um penhasco alto e em cascata para as encostas suaves abaixo. A ocorrência das avalanches é espetacularmente revelado pelas nuvens de acompanhamento de material fino, que continuam a estabelecer-se fora do ar. A maior nuvem (imagens superiores) traça o caminho dos escombros que caíram da encosta, atingiu a menor inclinação, e continua para baixo, formando uma frente de nuvem ondulante. Esta nuvem é de cerca de 180 metros (590 pés) de largura e estende-se cerca de 190 m (625) a partir da base da falésia. Sombras para o canto inferior esquerdo de cada nuvem ilustrar ainda que estas três características tridimensionais suspensas no ar na frente do penhasco, e não as marcações no chão (o sol é a partir do canto superior direito).

Câmeras em órbita de Marte ter tido milhares de imagens que permitiram aos cientistas reunir pedaços de história geológica de Marte. No entanto, a maioria deles revelam paisagens que não mudaram muito em milhões de anos. Algumas imagens tiradas em diferentes épocas do ano não mostram mudanças sazonais de uma imagem para a próxima, no entanto, é extremamente raro para a captura de um evento tão dramático em ação. (Outra, independentes, processo ativo que foi capturado por câmeras de Marte são dust devils.) Observar os processos actualmente activo é muitas vezes uma ferramenta útil para desbloquear enigmas do passado para os cientistas que estudam a Terra. Trabalhar a partir de imagens estáticas em primeiro lugar, é mais difícil para os cientistas que estudam Marte de contar com essa ferramenta. A imagem HiRISE avalanche de detritos é uma oportunidade muito rara de fazê-lo diretamente.

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