O pesquisador Salvatore de Salvo repassou as seguintes informações em um congresso realizado em maio de 2008.

Ramatis fala de um planeta (astro intruso), bem maior que a Terra, que entraria no Sistema Solar e “higienizaria” a Terra de grande parte da humanidade, levando-a para as profundezas do espaço cósmico.

Zecharia Sitchin, no livro “O 12º Planeta”, conta a história desse astro intruso, chamado de Nibiru pelos antigos sumérios, e Planeta X na atualidade. Este planeta cruza quase perpendicularmente o plano da eclíptica do sistema solar (formando uma espécie de cruz no espaço).

Em 2000, Salvatore tomou conhecimento do trabalho do jornalista italiano free lance chamado Cristoforo Barbato, que recebeu informações confidenciais de alguém pertencente à agência de espionagem do Vaticano, conhecida por SIV – Serviço de Informações do Vaticano (Servizio Informazioni del Vaticano), operada apenas por padres jesuítas, e que forneceu dados confirmando a existência do Planeta X e seu retorno eminente. O jesuíta informante forneceu um vídeo, em 2001, com a imagem de um planeta (X?) aproximando-se do sistema solar. O vídeo tem uma classificação secreta, a “Secretum Omega”, a mais alta classificação do SIV, equivalente ao “Cosmic Top Secret”, da OTAN. Especula-se que o filme foi feito por uma câmara de infravermelho a bordo de um satélite secreto chamado SILOE. As imagens teriam sido captadas por um rádio-telescópio secreto escondido no Alasca, operado exclusivamente por jesuítas.

O Planeta X tem um periélio de 2,85 AU e um afélio de 475,00 AU (periélio = menor distância do Sol, afélio = maior distância do Sol, AU = unidade astronômica igual à distância média entre Sol e Terra = 150 milhões de quilômetros) e cruza o plano da eclíptica a 85 graus.

A zona de perigo ocorrerá quando o Planeta X estiver passando em torno do periélio, pois então ocorrerão imensos fenômenos elétricos violentos (relâmpagos cósmicos) entre os dois astros. O Planeta X só se tornará visível a olho nú (à noite, como um objeto brilhante avermelhado), no Hemisfério Sul (onde estamos, aqui no Brasil), em 2009 ou 2010. A órbita completa deste planeta é de aproximadamente 3.660 anos terrestres. Como seu periélio é de 2,85 AU, ele estará o mais próximo do Sol quando estiver entre as órbitas de Marte e Júpiter.

Em 2.012, o Planeta X aparecerá como um segundo Sol (ou Lua) no céu, com tamanho aparente igual.

Os primeiros sinais de dilúvios aparecerão em 2.009 em Marte, pois a maior atividade de aquecimento solar irá derreter uas geleiras subterrânea. Na Terra haverá inundações onde, antes, havia seca e vice-versa.

Em 15 de maio de 2.011, o Planeta X estará a 6,4 AU do Sol e, no Hemisfério Sul, o veremos como uma pequena mancha que, à medida que o Sol baixe além do horizonte, ficará mais brilhante e intensamente vermelho, ficando mais luminoso que Vênus.

Os maias terminam seu grande calendário em 21.12.2012. Este dia corresponde ao solstício de inverno no Hemisfério Norte, e o Sol estará atravessando o plano mais denso da nossa Galáxia, estando então sujeito a perigos jamais vistos. O Planeta X estará a 3,0 AU do Sol e cruzando o plano da eclíptica.

Em 2013, o Planeta X chega ao seu periélio (2,85 AU) e pode-se considerar esse dia como o Dia do Juízo Universal, já que as descargas elétricas entre os dois astros atingirão o máximo, com a Terra ficando entre esses dois mastodontes e, portanto, será atingida por ventos inimagináveis, chuva de fogo caindo do céu (devido à formação de plama atmosférico de várias cores), terremotos e maremotos de intensidades inimagináveis e possível mudança do eixo de rotação terrestre. A atmosfera poderá ficar venenosa para se respirar. As redes de energia elétrica, de transporte e de comunicações ficarão destruídas e paralisadas. Só os governos e sistemas militares que se prepararam antecipadamente (em abrigos subterrâneos, vide as Alternativas 1, 2 e 3) irão ter garantia de sobrevivência.

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