Sigma 21

A verdade esta lá fora!

NASA registra sons misteriosos 36 km acima da superfície terrestre — 06.05.2015

NASA registra sons misteriosos 36 km acima da superfície terrestre

O balão de alta altitude da NASA capturou alguns sons inexplicáveis e complexos a 36km acima da superfície da Terra. Ondas sonoras conhecidas como “atmospheric infrasound” ficam abaixo de frequências de 20 hertz, muito além do alcance de um ser humano.

O vídeo foi acelerado para que possamos realmente ouvir os ruídos, que são uma mistura estranha de que soa como “uma gritaria de robôs”, estalos, estática, gritos etc. “Exatamente como em The X-Files”. Daniel Bowman, um doutorado em geofísica na Universidade da Carolina do Norte que, projetou e construiu o equipamento que gravou os sons, disse Becky Oskin ao LiveScience.

Fonte: LiveScience

Partícula do Dragão — 09.10.2014

Partícula do Dragão

Pesquisadores da Universidade de Sheffield e do Centro de Astrobiologia da Universidade de Buckingham, na Inglaterra, afirmam que partículas descobertas na estratosfera da Terra são a tão esperada prova de vida extraterrestre. Os cientistas afirmam também que suas descobertas explicam as origens da Humanidade e revelam que a vida na Terra veio originalmente do espaço, segundo o jornal “Independent”.

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O professor Milton Wainwright e sua equipe fizeram a descoberta após o lançamento de um balão na estratosfera durante a chuva de meteoros Perseidas no ano passado. O balão foi lançado a uma altitude de 27 quilômetros na atmosfera e equipado com lâminas estéreis projetadas para capturar organismos biológicos minúsculos.

Durante a viagem, uma das lâminas capturou um organismo, com tamanho em torno 10 microns, que Wainwright diz que é uma estrutura “coloquialmente chamada de ‘a partícula de dragão’, a qual a análise científica mostra que é feita de carbono e oxigênio e, portanto, não é um pedaço de poeira cósmica ou vulcânica”

Em entrevista ao “Daily Express”, Wainwight explicou que não estava claro se o organismo era uma forma única de vida ou se era composta de uma série de micróbios menores. Ele também disse categoricamente que a entidade biológica não é similar a “qualquer coisa encontrada na Terra”.

– O que é surpreendente é que esses organismos originais aparecem na amostragem em uma condição absolutamente intocada – disse ao jornal. – Não há pólen, grama ou partículas de poluição encontradas com eles, ou ainda o solo ou poeira vulcânica. Isso, mais o fato de que alguns dos materiais biológicos colhidos pela equipe produzem crateras de impacto quando atingem as amostras, confirmam a sua origem no espaço.

No entanto as declarações do Professor Milton Wainwright têm atraído críticas da comunidade científica. Um astrobiólogo disse ao site Space.com que Wainwright precisaria mostrar que o organismo foi composto todo por aminoácidos D em vez de aminoácidos L, ou seja, algum tipo de prova de que os resquícios não continham a mesma bioquímica de objetos terrestres.

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Além disso, a “Journal of Cosmology”, onde o artigo com a suposta revelação bombástica foi revelado, teve sua reputação questionada por mais de uma vez por outros membros da comunidade científica.

Contudo, as observações do professor Wainwright podem dialogar com outras. Suas afirmações vêm à tona poucas semanas depois de os cientistas russos afirmarem ter descoberto vestígios de vida marinha do lado de fora da Estação Espacial Internacional (ISS).

Vladimir Solovyev, funcionário encarregado do segmento de ISS da Rússia, disse à agência de notícias Itar-Tass que o minúsculo plâncton e organismos microscópicos tinham sido descobertos no exterior da sonda, descrevendo a descoberta como “absolutamente única”.

Foi a primeira vez que organismos complexos foram descobertos no espaço, e muitos acreditam que a descoberta confirma a teoria de que toda a vida na Terra se originou a partir do espaço.

fonte: O Globo

Teste prático para a Teoria das Cordas — 09.01.2014

Teste prático para a Teoria das Cordas

A teoria das cordas é uma peça científica belíssima que alega unificar todas as forças do universo ao representar pequenas partículas como cordas vibrantes unidimensionais. É tão esperta quanto besta, mas é – convenientemente – impossível de ser testada. Pelo menos era até agora.

O problema é que a teoria das cordas, algumas vezes referida como a “teoria de tudo”, usa níveis tão extremos de energia e dimensões físicas minúsculas – cada corda deve ser um quintilhão de vezes menor do que um átomo de hidrogênio – que não existe um aparato em existência capaz de medir se as suas previsões são corretas. Isso é frustrante, mas também faz com que seus defensores a persigam obstinadamente, porque não há a necessidade de abandonar a ideia considerando que ela pode estar correta.

Mas agora pesquisadores da Universidade Towson afirmam que medidas incrivelmente precisas da posição de corpos no sistema solar fornecem um teste capaz de provar se a teoria está certa ou errada. Pequenas discrepâncias entre predições feitas pela teoria geral da relatividade e das cordas, eles dizem, podem ser determinadas se medidas precisas o suficiente forem feitas – coroando a teoria das cordas como vitoriosa ou apontando ela como vilã. A dupla apresentou o trabalho recentemente em uma conferência na Sociedade Astronômica Americana em Washington, DC, nos Estados Unidos. O Dr. James Overduin, um dos pesquisadores, explicou ao PhysOrg:

Cientistas fazem piada sobre como a teoria das cordas é promissora… e sempre será promissora, pela incapacidade de testá-la. O que nós identificamos foi um método simples para detectar falhas na relatividade geral que podem ser explicadas pela teoria das cordas, sem exigir praticamente nenhuma corda para isso.

O teste é na verdade uma extensão complexa da experiência fabulosa de Galileu, quando ele soltou duas bolas de diferentes pesos da Torre de Pisa. Mais tarde, Newton descobriu que todos os corpos orbitando estão essencialmente rodando o mesmo experimento, continuamente caindo em direção aos outros conforme eles vagam pelo espaço.

A pesquisa de Overduin sugere que podem ter mais pequenas peculiaridades na forma como corpos orbitam uns aos outros: desvios da terceira lei do movimento planetário de Kepler; tração nas zonas gravitacionais de equilíbrio conhecidas como pontos de Lagrange; e oscilações nas distâncias de órbitas devido à aceleração em direção a um terceiro corpo. Até hoje, essas ideias jamais foram testadas porque as variações envolvidas seriam incrivelmente pequenas.

Mas a equipe diz que existem corpos no sistema solar onde eles devem ser medidos – as luas de Saturno Tétis e Dione, por exemplo. E se puderem ser medidas, e existirem, então a teoria das cordas pode existir. Um grande momento para seus defensores.

Via Gizmodo/PhysOrg

Cometa que “colidiria” com a Terra em 2014 se aproxima — 06.01.2014

Cometa que “colidiria” com a Terra em 2014 se aproxima

Um cometa que produziu alarde por alguns dias por conta do seu risco de impacto com a Terra passará “próximo” ao nosso planeta em março de 2014. O 2003 QQ47, detectado há mais de 10 anos, passará a 19,3 milhões de quilômetros de nós no dia 26 de março, e o risco de qualquer impacto é bastante remoto – de 1 em 909 mil, de acordo com informações divulgadas pelo NEO Information Center, instituto britânico que monitora corpos celestes próximos à Terra.

O Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, a agência espacial norte-americana, identificou a rocha estelar em agosto de 2003. Na época, foi divulgado que ocorreria um suposto impacto com a Terra em março de 2014. Os cálculos iniciais indicaram que o asteroide viajava a 115 mil km/h e o seu choque com nosso planeta equivaleria à explosão de 20 milhões de bombas atômicas do tipo que os EUA jogaram em Hiroshima, na Segunda Guerra Mundial. Estima-se que o 2003 QQ47 seja um pedaço de rocha remanescente da formação do Sistema Solar, há 4,5 bilhões de anos.

Fonte: SeuHistory

Origem da vida na Terra — 29.11.2013

Origem da vida na Terra

A origem da vida na Terra é o tema de recente estudo conduzido por um pesquisador vinculado à Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Publicado nesta sexta-feira (29) pelo periódico científico Science, o estudo liderado pelo cientista Jack Szostak reforça teoria de que o início da vida no planeta envolveu replicação espontânea de RNA (sigla para ácido ribonucleico, cadeia de moléculas com dimensões inferiores às do DNA).

Essa replicação, segundo a teoria, teria ocorrido dentro de um tipo de compartimento estrutural celular, uma vesícula de ácido graxo.

Porém, esse “protótipo celular”, essa protocélula, jamais pôde ser reproduzido em laboratório porque esse processo de polimerização do RNA requer altos níveis de íon de magnésio, que acabavam por desestabilizar as membranas do ácido graxo, que circundariam as primeiras células vivas.

É aí que entra o estudo conduzido por Szostak: o pesquisador afirma ter descoberto que uma pequena molécula chamada citrato revelou-se capaz de atuar como um escudo das membranas do ácido graxo, protegendo-as dos íons de magnésio, ao mesmo tempo em que auxilia a polimerização das moléculas do RNA e mantém a salvo as já contidas nas membranas.

Para Szostak e seu time, moléculas precursoras do citrato tiveram participação no sistema de replicação espontânea de RNA que deu origem à vida.

Além do citrato, os pesquisadores testaram a performance de moléculas como isocitrato e oxalato, com melhor desempenho do citrato.

A descoberta, diz a Science, ajudará cientistas a elaborarem um modelo de protocélula mais plausível, capaz de reproduzir a replicação espontânea de RNA que teria atuado como um catalisador da vida na Terra, provendo mais pistas sobre uma das mais importantes perguntas que ainda carecem de uma resposta exata da Ciência.

Fonte: UOL

Terra vulnerável — 08.11.2013

Terra vulnerável

Planeta Terra

Quando um asteroide explodiu sobre a cidade russa de Chelyabinsk em fevereiro, quebrando janelas por quilômetros e ferindo mais de mil pessoas, os especialistas disseram que esse era um evento raro – de uma magnitude que pode ocorrer apenas uma vez a cada 100 ou 200 anos, em média.

Mas agora uma equipe de cientistas está a sugerindo que a Terra está mais vulnerável a muitas outras rochas espaciais como a que caiu em Chelyabinsk do que se pensava anteriormente. Na pesquisa publicada em dois artigos pela revista “Nature”, eles estimam que tais quedas podem ocorrer a cada década ou duas.
A perspectiva “realmente deixa um monte de pessoas desconfortáveis”, disse Peter G. Brown, professor de física e astronomia da University of Western Ontario, nos Estados Unidos, e um dos autores dos dois estudos na “Nature”. Um terceiro artigo, de autoria de cientistas da Academia de Ciências da Rússia, em Moscou, descreve a explosão em Chelyabinsk e foi publicado pela revista “Science”.

As descobertas estão ajudando a elevar o tema da defesa planetária – identificar asteroides perigosos e desviá-los, se necessário – de fantasia de Hollywood a preocupação do mundo real.
Um comitê das Nações Unidas vem estudando o assunto há algum tempo, e no próximo mês a Assembleia Geral da ONU deverá aprovar duas recomendações: a criação de uma Rede Internacional de Aviso de Asteroides para que os países compartilhem informações; e um convite para que agências espaciais do mundo inteiro formem um grupo de consulta de exploração de tecnologias para desviar asteroides.

Estudos espaciais concluíram que cerca de 95% dos grandes asteroides próximos da Terra, aqueles que possuem pelo menos um quilômetro de largura, não levam perigo de atingir a Terra em breve.
– Um quilômetro é mais do que apenas perigoso – disse Edward T. Lu, ex-astronauta da Nasa que dirige a Fundação B612, um grupo particular que projeta o lançamento de um telescópio espacial para encontrar asteroides menores. – Um quilômetro é o tipo de perigo que levaria ao fim da civilização humana.

O asteroide Chelyabinsk tinha apenas 18 metros de largura. Com uma velocidade de cerca de 40 mil quilômetros por hora, ele lançou uma onda de energia equivalente a 500 mil toneladas do explosivo TNT. Um asteroide maior, talvez com duas ou três vezes o diâmetro do asteroide de Chelyabinsk, explodiu sobre a Sibéria em 1908 e estima-se que ele teria lançado uma energia equivalente a 5 ou 15 milhões de toneladas de TNT, destruindo milhões de árvores.
O projeto do telescópio B612, que será denominado Sentinela, destina-se a encontrar asteroides de cerca de 140 metros de largura, e deve encontrar também muitos que são menores. Lu afirmou que a missão iria custar US$ 450 milhões – US$ 250 milhões para construir a nave espacial e US$ 200 milhões para operá-la por uma década.

Um asteroide de 140 metros de largura, disse Lu, seria o equivalente a 150 milhões de toneladas de TNT.
– Você não vai acabar com a humanidade – afirmou. – mas se tivermos azar, poderia matar 50 milhões de pessoas , ou jogar a economia mundial em colapso durante um século ou dois.

O ex-astronauta disse que os astrônomos haviam encontrado apenas de 10 a 20% dos asteroides deste tamanho próximos da Terra. O projeto Sentinela também deve detectar muitos asteroides menores, que ainda poderiam ser devastadores.
– Temos apenas falado dos que poderiam destruir uma grande área metropolitana – toda Nova York e seus arredores – explicou Lu.
Ele disse que apenas cerca de 0,5% destes asteroides menores, mais ou menos do tamanho do que atingiu a Sibéria em 1908, foram encontrados.

Como as pesquisas de telescópios encontraram apenas alguns deles, Brown e sua equipe estão investigando o que realmente já atingiu a Terra. Em um dos artigos da revista “Nature”, eles examinaram dados da Força Aérea Americana a partir das décadas de 1960 e 1970 e os dados posteriores a partir de sensores que verificam testes proibidos de armas nucleares no subsolo.
As gravações capturaram os sons atmosféricas de baixa frequência gerados por cerca de 60 explosões de asteroides. A maioria veio de pequenas quedas, mas os dados sugerem que os maiores colidem com a Terra com mais frequência do que seria esperado com base nas estimativas das pesquisas espaciais. Isso poderia significar que a Terra tem tido azar recentemente, ou que as estimativas sobre o número de asteroides do tamanho de Chelyabinsk são muito baixas.

– Qualquer um deles, individualmente, poderíamos passar sem que percebêssemos – afirmou Brown. – mas quando você pega eles todos juntos, acho que a preponderância da evidência é que há um número muito maior de objetos desse porte.

Lu declarou que há mais um motivo para o lançamento de um telescópio para achar asteroides:
– Há indícios de que o número é maior do que pensamos, mas ainda não sabemos ao certo, e eu acho que deveríamos descobrir – ressaltou. – Quando descobrirmos quantos existem, também descobriremos onde eles estão. Poderemos descartar tudo o que descobrimos se eles não forem nos atingir ou dizer, ‘Ei, nós devemos olhar para este com mais cuidado’.
Muitas das quedas de asteroides do porte de Chelyabinsk não poderiam ser evitadas pelo Sentinela. Ainda assim, os moradores de Chelyabinsk teriam se beneficiado de um aviso na manhã do dia 15 de fevereiro para que ficassem longe de suas janelas. Com uma doação de US$ 5 milhões da Nasa, astrônomos da Universidade do Havaí estão trabalhando na criação de um telescópios para fazer uma varredura do céu para movimentos rápidos de luz que poderiam ser asteroides se aproximando. Nesse caso, não haveria tempo de desviá-lo, já que ele iria atingir a Terra em dias ou semanas, mas daria tempo para um alerta e para evacuação. Esse sistema está programado para entrar em operação em 2015.

Fonte: Extra/Globo

Este é nosso primeiro alienígena?! — 20.09.2013

Este é nosso primeiro alienígena?!

Acho que você nunca imaginou um ET assim, não é mesmo? Ou que ele pegaria carona em um balão meteorológico.

Mas foi o que aconteceu, uma equipe da Universidade de Sheffield, de acordo com um estudo publicado no Journal of Cosmology.

O professor Milton Wainright lançou um balão com pregos especiais que só aparecem quando atingir a estratosfera e retrai no caminho de volta. Esses pregos, voltaram cheios de “biomorfos“, organismos minúsculos nunca visto na Terra e grande demais para ser jogado na atmosfera por uma erupção (e não houve grandes vulcões na última década).

A equipe de Wainright propôs que os organismos estão constantemente chegando na estratosfera através de cometas e chuvas de meteoros.

“A conclusão é que a vida está sempre chegando a Terra a partir do espaço”, o professor escreveu. “A vida não é restrita a este planeta e quase certamente não se originou aqui.”

Testes e analises estão sendo realizados nos organismos. Outros pesquisadores concordam com o estudo e são capazes de reproduzi-lo. Wainwright diz: “Temos que mudar completamente a nossa visão da biologia e evolução.”

O estudo chega esperançoso, assim como um papel da NASA na revista Science revela que a Curiosity em Marte não conseguiu encontrar quaisquer vestígios de metano – o que sugere que é muito improvável que ele irá encontrar todas as bactérias no Planeta Vermelho.

Assim, não pode haver vida em Marte, mas ainda poderia ser mais abundante no universo do que podemos imaginar.

 

Foto: University of Sheffield/PA Wire
Fonte: Mashable.com

Gato de Schrödinger — 29.08.2013

Gato de Schrödinger

Há mais de 80 anos, o físico alemão Erwin Schrödinger elaborou um experimento hipotético, baseado em princípios da física quântica, para ilustrar o estranho fenômeno da superposição, em que uma partícula estaria simultaneamente em duas situações distintas, até que uma medição feita por um observador externo fizesse com que esse estado duplo entrasse em colapso, e a partícula fosse vista em uma única situação.

Em artigo recente, o físico Art Hobson apresentou uma solução para o problema – a chave estaria na “não localidade” e no “emaranhamento“.

A teoria quântica parece sugerir que, se você conectar um sistema microscópico a um aparelho de medição em larga escala que faça distinção entre os dois estados distintos do sistema microscópico, o aparelho também ficará ‘emaranhado’ em uma superposição de dois estados simultâneos”, explica. “Contudo, isso é algo que nunca foi observado e não é aceitável”.

No experimento, o gato estaria preso em uma caixa junto com um átomo radioativo, que, enquanto não fosse analisado, estaria em um estado de superposição, simultaneamente liberando e não liberando radiação (se liberasse, ativaria um mecanismo que envenenaria o gato, matando-o); paradoxalmente, o gato estaria vivo e morto ao mesmo tempo, enquanto o material não fosse medido e o estado de superposição não entrasse em colapso.

O “gato vivo” é um sinal de que o átomo não liberou radiação; o “gato morto” é um sinal de que o material liberou radiação. De acordo com Hobson, o gato e o átomo radioativo estariam “emaranhados” – e como consequência sofreriam efeitos da “não localidade”, em que alterações em um dos objetos automaticamente provocaria alterações no outro, mesmo a distância. “É um único objeto se comportando como um único objeto, mas em dois lugares diferentes”.

Seguindo esse raciocínio, o gato não estaria ao mesmo tempo vivo e morto: ele simplesmente estaria vivo OU morto de acordo com a situação do núcleo radioativo.

Hobson lembra que pelo menos três soluções similares foram propostas desde 1978, mas não receberam a devida atenção, “levando a confusões e até mesmo a afirmações pseudocientíficas sobre as consequências da física quântica”. “Tenho esperança de que essa solução para o problema da medição seja agora aceita pela comunidade científica. É importante organizar os fundamentos da física quântica”.

Fonte: ScienceDaily, Physical Review A, HypeScience

Água em pó — 19.08.2013

Água em pó

Enquanto a ONU afirma que a maior parte da água usada no planeta vai para a irrigação, pesquisadores estão desenvolvendo uma série de ideias para fazer render mais a água utilizada na agricultura.
Nas últimas semanas, muitos se empolgaram com um produto que afirmam ter potencial para superar o desafio global de se cultivar em condições áridas.
Denominado “Chuva Sólida“, ele é um pó capaz de absorver enormes quantidades de água e ir liberando o líquido aos poucos, para que as plantas possam sobreviver em meio a uma seca.
Um litro de água pode ser absorvido por apenas 10 gramas do material, que é um tipo de polímero absorvente orginalmente criado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês).
Nos anos 1970, o USDA desenvolveu um produto superabsorvente feito de um tipo de goma. Ele foi usado principalmente na fabricação de fraldas.

Mas um engenheiro químico mexicano chamado Sérgio Jesus Rico Velasco via no produto um potencial que ia além de deixar bebês sequinhos.
Ele então desenvolveu e patenteou uma versão diferente da fórmula, que pode ser misturada com o solo para reter a água.
O engenheiro vem vendendo a “Chuva Sólida” no México há cerca de 10 anos. Sua empresa afirma que o governo mexicano testou o produto e concluiu que a colheita poderia ser ampliada em 300% quando ele era misturado ao solo.
Segundo Edwin González, vice-presidente da empresa Chuva Sólida, o produto agora vem atraindo um interesse cada vez maior, já que crescem os temores por falta de água.
“Ele funciona encapsulando água e pode durar 8 a 10 anos no solo, dependendo da qualidade da água. Se você usar água pura, ele dura mais.”
A empresa recomenda usar cerca de 50 quilos do produto por hectare (10 mil metros quadrados), mas essa quantia custa cerca de US$ 1.500 (o equivalente a R$ 3.500).
Segundo Gonzalez, a “Chuva Sólida” é natural e não prejudica o solo, mesmo após ser usada por vários anos. Ele afirma que o produto não é tóxico e que, ao se desintegrar, o pó se torna parte das plantas.
‘Sem evidências’
No entanto, nem todos estão convencidos de que a “Chuva Sólida” é uma solução válida para o problema da seca. A professora Linda Chalker-Scott, da Universidade do Estado de Washington, afirma que esses produtos não são novidade.
“E não há evidência científica que sugira que eles armazem água por um ano.”, disse ela à BBC. “Outro problema prático é que esse gel pode também causar problemas. Isso porque à medida que eles secam, ele vai sugando a água ao redor dele mais vigoorosamente. E assim ele desvia a água que iria para a raiz das plantas.”
Segundo ela, usar adubo de lascas de madeira produz o mesmo efeito e é significantemente mais barato.
González, no entanto, tem uma opinião diferente: “Os outros concorrentes não duram três ou quatro anos. Os únicos que duram tanto são os que usam sódio em suas formulas, mas eles não absorvem tanto.”
Apesar do fato de que a ciência ainda não estar totalmente confiante nos benefícios de produtos como esse, González afirma que sua empresa recebeu milhares de pedidos vindos de locais áridos, inluindo Índia e Austrália. Ele também recebeu encomendas do Reino Unido, onde secas não chegam a ser um problema.

Fonte: UOL

CIA confirma existência da Área 51 — 17.08.2013

CIA confirma existência da Área 51

Sim, a famigerada Área 51 existe, mas ela não funciona como espaço para pesquisas alienígenas, conforme sugerido por produções como o seriado norte-americano Arquivo X e o filme hollywoodiano Independence Day. Pelo menos não oficialmente. Pela primeira vez em mais de 60 anos de especulações – que chegaram a gerar uma cultura nos Estados Unidos – a CIA enfim reconheceu a existência de uma base com este nome. Fica em Nevada, onde por décadas o governo escondeu um programa de espionagem aérea.

A informação consta em um documento de 407 páginas tornado público pelo departamento de arquivos de segurança nacional da Universidade George Washington, conforme noticia o Atlantic Wire. A Área 51 surgiu cerca de dez anos após o término da Segunda Guerra Mundial, por decreto do então presidente Dwight D. Eisenhower. A ideia era apenas construir aeronaves não tripuladas capazes de fotografar alvos a longas distâncias. A Força Aérea e a Lockhead, então, desenvolveram uma embarcação que podia equipar câmeras de alta resolução e deram a ela o nome de U-2. Só que eles precisavam de um lugar para guardar o U-2, e foi em meio às buscas que encontraram uma antiga pista próxima ao lago Groom que fora usada na Segunda Guerra por pilotos da artilharia.

O nome Área 51 já existia, porque é como a região era identificada pela Comissão de Energia Atômica (AEC), a quem tudo aquilo pertencia. Até tentaram mudar isso para atrair os trabalhadores, chamando o local de Paradise Ranch (depois ficou apenas “o rancho”), mas a cultura preferiu se apropriar de Área 51. O presidente do órgão, Lewis Strauss, atendeu a pedidos da CIA e manteve a área como investimento imobiliário para que pudesse ser usada sem gerar desconfiança – era, para todos os efeitos, um terreno baldio que até hoje aparece como um retângulo no mapa.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/cia-confirma-existencia-da-rea-51/36792

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