Tempestade geomagnética lançada pelo Sol atingirá a Terra
A tempestade geomagnética mais forte em mais de seis anos deve atingir a Terra. O fenômeno poderá afetar as rotas aéreas, redes de energia e satélites. As informações foram divulgadas pelo Centro de Previsão Meteorológica Espacial dos Estados Unidos.

A massa coronal (uma grande parte da atmosfera do Sol), foi ejetada e lançada em direção à Terra no domingo, conduzindo partículas solares energizadas a cerca de 2.000Km/segundo, cerca de cinco vezes mais rápido do que costumam viajar as partículas solares.
“Quando nos atingir será como um grande aríete que empurra o campo magnético da Terra. Essa energia faz com que o campo magnético da Terra flutue”, disse Onsager, de Boulder, no Colorado.
A energia pode interferir também em comunicações de alta frequência de rádio, usadas pelas empresas aéreas para navegar próximo ao Polo Norte em voos entre a América do Norte, Europa e Ásia, portanto algumas rotas podem ser alteradas.
Essa tempestade também pode afetar redes de energia e operações por satélite. Astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional podem ser aconselhados a buscar abrigo em partes específicas da aeronave para evitar uma dose solar reforçada de radiação.
O Centro de Meteorologia Espacial disse que a intensidade da tempestade geomagnética seria provavelmente moderada ou forte, nos níveis dois e três de uma escala de cinco níveis, sendo o cinco o mais extremo.
Cientistas e a previsão do “Fim do mundo em 2012″

Arqueólogos de diversos países se reuniram no Estado de Chiapas, uma área repleta de ruínas maias no sul do México, para discutir a teoria apocalíptica de que essa antiga civilização previra o fim do mundo em 2012.
A teoria, amplamente conhecida no país e contada aos visitantes tanto no México como na Guatemala, Belize e outras áreas onde os maias também se estabeleceram, teve sua origem no monumento nº 6 do sítio arqueológico de Tortuguero e em um ladrilho com hieróglifos localizado em Comalcalco, ambos centros cerimoniais em Tabasco, no sudeste do país.
O primeiro faz alusão a um evento místico que ocorreria no dia 21 de dezembro de 2012, durante o solstício do inverno, quando Bahlam Ajaw, um antigo governante do lugar, se encontra com Bolon Yokte’, um dos deuses que, na mitologia maia, participaram do início da era atual.
Até então, as mensagens gravadas em “estelas” – monumentos líticos, feitos em um único bloco de pedra, contendo inscrições sobre a história e a mitologia maias – eram interpretadas como uma profecia maia sobre o fim do mundo.
Entretanto, segundo o Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah), uma revisão das estelas pré-hispânicas indica que, na verdade, nessa data de dezembro do ano que vem os maias esperavam simplesmente o regresso de Bolon Yokté.
“(Os maias) nunca disseram que haveria uma grande tragédia ou o fim do mundo em 2012″, disse à BBC o pesquisador Rodrigo Liendo, do Instituto de Pesquisas Antropológicas da Universidade Autônoma do México (Unam).
“Essa visão apocalíptica é algo que nos caracteriza, ocidentais. Não é uma filosofia dos maias.”
Novas interpretações
Durante o encontro realizado em Palenque, que abriga uma das mais impressionantes ruínas maias de toda a região, o pesquisador Sven Gronemeyer, da Universidade australiana de Trobe, e sua colega Bárbara Macleod fizeram uma nova interpretação do 6º monumento de Tortuguero.
Para eles, os hieróglifos inscritos na estela se referem à culminação dos 13 baktunes, os ciclos com que os maias mediam o tempo. Cada um deles era composto por 400 anos.
“A medição do tempo dos maias era muito completa”, explica Gronemeyer. “Eles faziam referência a eventos no futuro e no passado, e há datas que são projetadas para centenas, milhares de anos no futuro”, afirma.
Para a jornalista Laura Castellanos, autora do livro “2012, Las Profecias del Fin del Mundo”, o sucesso da teoria apocalíptica junto à cultura ocidental se deve a uma “onda milenarista” que, segundo ela, “antecipa catástrofes ou outros acontecimentos cada vez que se completam dez séculos”.
Para Castellanos, esse tipo de efeméride é reforçada por uma ‘crise ideológica, religiosa e social’.
Ela observa que as profecias sobre 2012 não têm somente uma ‘vertente catastrófica’, mas também uma linha que “prognostica o despertar da consciência e o renascimento de uma nova humanidade, mais equitativa”.
Crença no final
A asséptica explicação científica e histórica vai de encontro à crença popular no México, um país onde há quem procure adquirir os conhecimentos necessários para sobreviver com seu próprio cultivo de alimentos em caso de uma catástrofe mundial.
Muitos dos que vivem fora procuram regressar ao país porque sentem que precisam estar em casa em 2012, e há empresas que oferecem espaço em bunkeres subterrâneos, com todas as comodidades.
Afinal, o possível fim do mundo também é negócio. O próprio governo mexicano lançou uma campanha para promover o turismo no sudeste do país, onde estão localizados os sítios arqueológicos maias.
Muitos governos dos Estados onde existem ruínas da antiga civilização maia já estão registrando aumento na chegada de turistas.
Fonte G1
Asteróide 2005 YU55
O Asteróide 2005 YU55 vai passar a cerca de 0,85 distâncias lunares da Terra em 08 de novembro de 2011 (em astronomia, a distância lunar é a medida da distância da Terra até a Lua. A distância comum da Terra para a Lua é 384 403 quilômetros).
Uma aproximação assim tão incomum, como a programada para este asteróide (ele é do tipo C, relativamente grande, com 400 metros de diâmetro), proporciona uma excelente oportunidade para sinérgicas observações terrestres, incluindo dados óticos, próximos do infravermelho e de radar.
A ilustração animada em anexo mostra a geometria do movimento da Terra e da lua nos dias 08 a 09 de novembro, quando o objeto atingirá um brilho de magnitude visual 11 e deve ser facilmente visível para os observadores nos hemisférios norte e sul (quanto menor for o número, maior será o brilho. A estrela mais brilhante visível a olho nu tem magnitude visual -1,4 e a estrela visível mais fraca tem magnitude visual 6. Isto significa que podemos ver objetos celestes até a magnitude aparente 6 sem a ajuda de um telescópio, ou seja, a olho nu. Acima disso, só com ajuda de telescópios. A Lua, por exemplo, tem magnitude visual -12,6; o Sol, -26,8).
A maior aproximação da Terra e da Lua será, respectivamente, 0,00217 e 0,00160 UA em 08 novembro 2011 às 23h28min e 09 de novembro às 07h13min UT.

Descoberto em 28 de dezembro de 2005 por Robert McMillan, do Programa Spacewatch, em Tucson, Arizona, o objeto foi observado por Mike Nolan, Ellen Howell e seus colegas através do Radiotelescópio do Observatório de Arecibo, entre 19 e 21 abril de 2010 e mostrou-se um objeto muito escuro, quase esférico, de 400 metros de diâmetro. Por causa de seu período de rotação aproximado de 20 horas, as observações ideais de radar devem incluir trajetórias de 8 horas ou mais em múltiplos dados no Radiotelescópio do Observatório de Goldstone (em 03 de novembro de 2011) e quando o objeto entrar janela de observação do Radiotelescópio de Arecibo, em 08 de novembro.
Usando a operação do radar Goldstone em um modo de “gorjeio” relativamente novo, propício para ser usado nesse evento de novembro de 2011, as observações devem resultar em uma forma de reconstrução do modelo do asteróide com uma resolução de uma precisão de 4 metros. Vários dias de imagens de alta resolução (cerca de 7,5 metros) também estão sendo planejados em Arecibo. Além de auxiliar a interpretação das observações dos radares, a colaboração visual e as observações no infravermelho próximo podem definir as características de rotação do objeto e fornecer detalhes sobre a natureza da rugosidade da sua superfície e da sua composição mineral.
Uma vez que o asteróide se aproxima da Terra vindo da direção do Sol, ele será um objeto luminoso até o momento da maior aproximação. O melhor momento para novas observações ópticas e infravermelhas será no final do dia 08 de novembro, após às 21:00 horas UT, na zona entre o Atlântico leste e a África ocidental. Poucas horas após a sua maior aproximação da Terra, o asteróide se tornará de um modo geral acessível para as observações ópticas e no espectro próximo ao infravermelho, mas será um objeto difícil de ser localizado, devido ao seu rápido movimento no céu.

Trajetória do asteróide 2005 YU55 – 09 de novembro de 2011
Visão lateral ao plano da eclíptica
Embora classificado como um objeto potencialmente perigoso, o 2005 YU55 não representa nenhuma ameaça de uma colisão com a Terra, pelo menos nos próximos 100 anos. No entanto, neste período, esta será a maior aproximação de um objeto deste tamanho que antecipadamente conhecemos, e um evento deste tipo não vai acontecer novamente até 2028, quando o asteróide (153.814) 2001 WN5 vai passar a cerca de 0,6 distâncias lunares.
Levitação Quântica

Pesquisadores da Universidade de Tel-Aviv recentemente mostraram um projeto baseado na levitação quântica durante a Conferência Anual ASTC, o desempenho é simplesmente espetacular.
O sonho de andar em carros flutuantes como Os Jetsons é um dos mais antigos sonhos desde que surgiram os filmes de ficção científica, mas agora esse grupo de pesquisadores revelou em uma demonstração de que tal realidade não está tão distante como achávamos.
No entanto, isso não é nada novo. Trata-se de supercondutores magnéticos, nitrogênio líquido e supostamente um efeito chamado de “flux pinning”. No entanto, tudo isso pode ser chamado simplesmente de levitação quântica. Mas para ser honesto, ninguém está realmente pensando sobre a ciência por trás disso – eu não pelo menos. É o vídeo que importa, confira abaixo, mas não esqueça de pegar o seu queixo que vai estar no chão quando ele terminar.
Via: Gadgetblog
Mais rápido que a luz?
Mais rápido que a luz?
Os neutrinos, partículas subatômicas, podem alcançar uma velocidade superior à da luz, segundo os primeiros resultados divulgados nesta sexta-feira (23/09) da experiência internacional “Opera”, após testes realizados no laboratório de física Cern. A descoberta abala um dos principais princípios da Física.

A informação foi dada pelo Centro Francês de Pesquisas Científicas (CNRS), que dá conta da experiência realizada nas instalações do Cern, em Genebra, com o lançamento de neutrinos, disparados em direção a um laboratório italiano a 730 quilômetros de distância.
O centro francês qualifica o resultado com os neutrinos de “surpreendente”, mas titula seu comunicado, à espera da apresentação oficial dos resultados na cidade suíça, entre dúvidas: “Mais rápido que a luz?”.
Os neutrinos chegaram a seu destino, em Gran Sasso, 60 nanosegundos mais rápidos que a luz, que cobre essa distância em 2,4 milisegundos, explicou Dario Autiero, diretor da equipe e pesquisador do CNRS. “Iniciamos um dispositivo entre o Cern e o Gran Sasso que nos permitiu uma sincronização em nível de nanosegundos e medimos a distância entre os dois lugares com uma precisão de 20 centímetros”, explicou Autiero no comunicado do CNRS. “Estas medições apresentam poucas dúvidas e uma estatística tal que concedemos uma grande confiança a nossos resultados”, estimou.
Mais de um século depois de Albert Einstein ter enunciado a teoria da relatividade, em 1905, “a experiência ‘Opera’ testemunha resultados totalmente inesperados: os neutrinos chegam a Gran Sasso com uma vantagem pequena, mas significativa, com relação ao tempo que a luz teria levado para cobrir o mesmo percurso no vazio”.
Os resultados se baseiam na observação de mais de 15 mil neutrinos, precisou a instituição francesa.
Até agora, a velocidade da luz foi considerada um limite intransponível, e esta nova experiência “pode abrir perspectivas teóricas completamente novas”, acrescentou o CNRS.
A instituição acrescentou que os pesquisadores do programa “Opera” decidiram abrir o resultado dos testes “a um exame mais amplo” por parte da comunidade de físicos, já que são necessárias “medições independentes para que o efeito observado possa ser refutado ou formalmente confirmado”.
O Cern deve apresentar os resultados dos testes em um seminário especializado que terá início às 11h de Brasília em meio a uma grande expectativa.
No maior laboratório de física do mundo, trabalha-se há anos para chegar à resposta se é possível registrar velocidade superior à da luz – 299.792 quilômetros por segundo -, o que vai contra um pilar teórico da física.
Fonte: Época
Planeta feito de Diamante
Um planeta possivelmente feito de diamante foi descoberto por uma equipe internacional de astrônomos, segundo mostra um estudo publicado na edição desta semana da revista “Science”. O planeta está próximo a um pulsar, uma estrela com muita massa e com apenas 20 quilômetros de diâmetro – valor comparável ao tamanho de uma cidade.
A descoberta foi feita por um grupo de cientistas liderados por Matthew Bailes, da Universidade Swinburne de Tecnologia, localizada em Melbourne, na Austrália.
O pulsar – que se chama PSR J1719-1438 – consegue girar 10 mil vezes em torno do seu eixo por minuto e possui 1,4 vez a massa do Sol. A chance de “piões de luz própria” como esse terem uma companheira é de 70%.
Conforme o pulsar gira, ele emite um feixe de ondas de rádio que podem ser detectadas por radiotelescópios. Ao analisar o padrão das ondas de rádio vindas de PSR J1719-1438, os cientistas suspeitaram da presença de um planeta no local.
As mudanças provocadas nos pulsos de rádio pela presença do planeta também informaram ao astrônomos sobre a composição do astro. Eles sabem, por exemplo, que a companheira do pulsar não pode ser feita de hidrogênio ou hélio.
Por outro lado, o planeta pode ser composto por carbono e oxigênio. A equipe tem confiança de que a densidade do astro indica que o planeta seria formado por um material em forma de cristais, assim como um diamante.

Os astrônomos acreditam que o planeta de diamante seja, na verdade, o que restou de uma estrela com muita massa no passado, que teve boa parte de sua matéria “sugada” pelo pulsar.
Segundo o grupo, o astro de diamante deve ter menos de 60 mil quilômetros de diâmetro – valor 5 vezes maior que o da Terra. Mas a sua massa é maior que a Júpiter.
Ele completa uma volta ao redor do pulsar em apenas 2 horas e 10 minutos. A distância entre a estrela e o planeta também é pequena: 600 mil quilômetros, valor menor que o raio do Sol. A dupla pertence à Via Láctea e se encontra na direção da constelação da Serpente, distante 4 mil anos-luz da Terra.
fonte: G1
Estrela mais fria do universo
Astrônomos descobriram uma nova classe de estrelas muito frias – uma delas com apenas 25º C. Utilizando o telescópio WISE, da Nasa, os pesquisadores conseguiram localizar seis estrelas conhecidas como “anãs Y”, todas muito próximas da Terra – entre nove e 40 anos-luz de distância.

As chamadas “anãs Y” são os membros mais frios de outra categoria, as “anãs marrons”. As marrons são popularmente chamadas de “estrelas que falharam”, pois possuem muita pouca massa para fundir átomos e emanar calor como o Sol.
Ao contrário das estrelas comuns, que brilham por bilhões de anos, as anãs marrons esfriam e se tornam apagadas – por isso é tão difícil detectá-las na luz visível. Utilizando as lentes infravermelhas do WISE, os pesquisadores conseguiram encontrar 100 desses corpos – seis dos quais se encaixavam na nova categoria de “anãs Y”.
Uma delas, chamada WISE 1828+2650, é a mais fria estrela já encontrada: possui menos de 25º C.
Os astrônomos estudam essa classe de objetos para entender melhor como as estrelas se formaram e investigar a atmosfera de planetas fora do nosso sistema. Isso porque a atmosfera das anãs marrons é parecida à dos chamados gigantes gasoso, como Júpiter. Mas, ao contrário dos planetas gasosos que orbitam estrelas brilhantes, as anãs marrons estão bem longe desse brilho- portanto, são menos ofuscadas e é mais fácil estuda-las.
Montanhas no lado oculto da Lua
A bela e aparentemente plana superfície lunar que observamos de nossas janelas é muito diferente da que os astronautas das missões Apollo viram quando passaram pelo lado oculto do satélite. A região que não conseguimos observar da Terra é montanhosa e possui uma crosta muito mais espessa. Agora, um estudo feito nos Estados Unidos propõe uma explicação para tamanha diferença: uma colisão com uma minilua teria causado a formação da cadeia de montanhas desse lado.
Por causa da relação entre as gravidades da Terra e a da Lua, a rotação lunar demora praticamente o mesmo tempo que ela leva para dar uma volta em torno da Terra. O resultado é que o satélite mostra sempre o mesmo lado para nós.

Uma das teorias que tentam explicar a origem da Lua indica que um objeto do tamanho de Marte teria colidido com a Terra logo no início da formação do Sistema Solar. Os detritos do encontro teriam formado a Lua.
Agora, os pesquisadores da Universidade da Califórnia em Santa Cruz sugerem que uma outra lua, menor, teria se formado durante o mesmo evento. As duas teriam dividido a órbita até colidirem no lado oculto.
Os cientistas Erik Asphaug e Martin Jutzi fizeram simulações no computador para testar a explicação. Os resultados foram publicados nesta quinta-feira (4) na revista especializada Nature.
fonte: G1
OSNI no Mar Báltico
A Ocean Explorer alega ter encontrado a estranha anomalia a 87 metros de profundidade, entre a Suécia e a Finlândia.

Na imprensa e na internet, muitos tentam encontrar explicação para o que é este disco de 18 metros de diâmetro que apresenta uma estranha trilha de 300 metros, como se tivesse se locomovido no fundo do mar. A forma, segundo alguns, lembra bastante a da nave Falcon, de Star Wars.
Em um vídeo divulgado no YouTube, a equipe da expedição diz que, em anos de exploração, seu líder Peter Lindberg nunca viu imagens como estas. No entanto, Lindberg e a Ocean Explorer não são caçadores de ETs, Ovnis ou afins.
Os exploradores buscam restos de embarcações no oceano – em 1997, por exemplo, ganharam fama ao encontrar os destroços de um navio chamado Jonkoping. Dentro dele, havia um carregamento de bebidas valioso: no ano passado, cada garrafa de Heidsick Monopole Gout Americain, safra 1907, foi vendida a US$13 mil.
No mesmo vídeo, eles alegam que não têm interesse em descobrir do que se trata o objeto- apenas divulgaram as imagens curiosas que captaram. Os custos da expedição não compensariam uma exploração no local e, segundo eles, “cabe ao mundo decidir o que é isso”.
fonte: Info Abril


